16

Nov

Revisão é tudo! A importância que essa tarefa tem para um bom texto, literário ou não.


Vocês já leram livros post mortem  ou publicações de anotações incompletas do autor? São publicações destinadas aos fãs
; ninguém faz isso com um autor que já não seja muito famoso. Os poucos livros assim que li foram muito ruins. Sempre me pergunto se o autor do livro realmente gostaria que aquilo fosse publicado. Levar a público algo que não foi exaustivamente revisado é como aparecer numa festa algumas horas antes do previsto.

A revisão é tudo. A escrita é um trabalho de lapidação e os melhores autores costumam ser os mais exigentes. Flaubert se queixava de passar o dia escrevendo e no final lhe sobrar apenas uma página. A boa escrita é assim. Ela não tem compromisso em manter várias páginas apenas porque elas demandaram tempo – o que não é ruim acaba sendo descartado. Ou no mínimo arquivado.  O compromisso com o leitor, a vontade de conseguir um bom efeito é maior.

O momento de escrever e dizer todas as idéias é apenas o primeiro momento. Nele, nos asseguramos de que tudo estará lá – a boa ideia, a sequência de acontecimentos, onde chegar. Depois disso, é necessário deixar o texto descansar. Na hora, ele parecerá bem escrito. Apenas algumas horas depois, mais relaxado, o autor é capaz de ler com olhos de um estranho. Nesse momento, na revisão, ele perceberá:

  • Erros de português;
  • Trechos mal explicados;
  • Repetição de palavras, expressões ou verbos;
  • Incoerências;
  • Informações redundantes.

Às vezes, a diferença entre o original e o texto revisado é tão grande que nem parecem da mesma pessoa. O ofício de escrever, muito mais do que o das boas ideias, é a da boa escrita. Alguns livros contam coisas comuns, histórias que podem ser resumidas em poucos fatos ou fáceis de imaginar. A força está justamente na forma como é dito, como os personagens são apresentados, que sentimentos o leitor experimenta. A revisão é a parte do trabalho que garante tudo isso.

Fonte: Livros e Afins

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11

Nov

Internet faz com que os livros cheguem às mãos de todas as classes sociais


Existe o que cabe no bolso, o colorido, o pesado, o fininho, com desenhos e até o digital… Qual é o seu livro preferido? Neste sábado, 29 de outubro, quando celebramos o Dia Nacional do Livro o Blog Educação traz aqui a origem desta data e algumas dicas para incentivar a leitura.

O Dia Nacional do Livro é marcado pela inauguração da primeira biblioteca do Brasil, a Biblioteca Nacional. Ela foi fundada no dia 26 de outubro de 1.810, no estado do Rio de Janeiro, por Dom João VI. Hoje ela é considerada pela UNESCO a sétima biblioteca nacional do mundo e, também, é a maior biblioteca da América Latina.

De acordo com estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas, o Brasil tem 2,67 bibliotecas para cada 100 mil habitantes. Este número ainda é considerado baixo, mas os interessados em aumentar seu acervo cultural não precisam mais sair de casa para ter acesso a um título. Com as novas tecnologias dos tablets o número de E-books (livros digitais), cresceu vertiginosamente.

As maiores livrarias do país já possuem um grande acervo para a venda deste modelo de livro em seus sites e continuam investindo. Uma das vantagens para o consumidor é que essas obras digitais têm um preço menor do que as obras impressas e não se desgastam ou amarelam com o tempo.

Muitos sites também oferecem o conteúdo gratuitamente em bibliotecas virtuais comunitárias.

Fonte: Portal Pantanal News

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07

Nov

Ler faz bem à saúde.


Suas páginas contam histórias, que nos ajudam a viajar. Quem nunca se apaixonou por um livro? E hoje, no Dia Nacional do Livro, é a data ideal para afirmar que, além de ser ótimo para o lazer, ainda pode fazer bem para a sua saúde.

Os neurologistas defendem que a leitura diária, independente da idade, ajuda a cuidar do funcionamento do cérebro, principalmente da memória, a melhorar o sono e a aliviar o estresse diário.

“Ler um bom livro é manter o cérebro ativo. Traz ganhos em qualquer pessoa e em qualquer idade”, frisa a neurologista Vania Brucki, vice-coordenador do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento, da Academia Brasileira de Neurologia.

A leitura que ajuda a desenvolver atividades cognitivas, e a aumentar o raciocínio e a capacidade de memorização. Segundo Brucki, vários estudos avaliaram se o cognitivo de idosos intelectualmente ativos em relação aos demais. Os testes apontaram que os que leem tiveram um melhor envelhecimento, até mesmo do cérebro.

“O livro vira um exercício e ajuda a conservar algum aparecimento de quadro de perda cognitiva. A leitura pode postergar o surgimento dos sintomas do Alzheimer, por exemplo”, diz a neurologista.

O que está por trás da leitura é o conceito de reserva cognitiva. Se desde sempre você mantém hábitos de leitura ou outras atividades intelectuais (como palavras-cruzadas e sudoku) cria-se cada vez mais uma “rede” preparada para lidar com imprevistos. Por exemplo: “Se me falta uma palavra, posso usar outra que conheço. Caso contrário, deixo de falar. É o raciocínio rápido”, avalia a médica.

Fonte: Gazeta On Line

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04

Nov

Os novos caminhos da leitura


Nas últimas décadas as livrarias e bibliotecas foram invadidas por jovens que buscam descobrir na leitura conhecimentos nas mais diversas áreas.  Jamais se produziu e distribuiu tantos livros como na atualidade. A revista Veja divulgou que a série Harry Potter vendeu mais de três milhões de exemplares no Brasil e 400 milhões em todo o mundo. Em 2008,  Stephenie Meyer repetiu o sucesso editorial com a saga Crepúsculo que soma mais de 120 milhões de exemplares vendidos, destes cinco milhões só no Brasil.


Mas todos esses fenômenos editoriais não substituem a literatura clássica, diz o professor Hélio Justino, coordenador de língua portuguesa do colégio Galois. Hélio acredita que deve existir um equilíbrio entre os gêneros literários.  A literatura livre é importante para o desenvolvimento do leitor, mas é nos livros tradicionais que estão contidos  pontos de extrema importância para o enriquecimento cultural. “Livros como Harry Potter são válidos porque despertam o interesse do adolescente pela leitura, mas trabalhar com os clássicos é necessário para as discussões temáticas, estudo sobre o autor e história do país”, explica Hélio.


O uso dos livros digitais, conhecidos como e-books, é um debate recorrente no mundo literário. Há quem prefira e defenda as obras com o formato original de folha e tinta. A jornalista Susane Tavares, por exemplo, prefere um bom calhamaço de páginas ao dispositivo digital. “Não trocaria um livro normal por um virtual. Quando leio um livro no computador, minhas vistas cansam e facilmente minha atenção se volta a outra coisa. Já quando leio o tradicional, fico envolvida  completamente ao conteúdo”, diz Suzane.


Porém é cada vez mais comum encontrar amantes da literatura digital. O estudante de marketing do UniCEUB, Pedro Yago Machado, conta que depois de ganhar um iPad passou a ler no dispositivo. Pedro aponta a vantagem do aparelho de poder ter mais de dez livros, usando apenas alguns gigas e poder lê-los sempre que desejar. “Acho interessante esse novo ambiente em que a literatura se coloca. Essa revolução dos livros digitais nos trouxe benefícios, como poder carregar uma pequena biblioteca para qualquer lugar”, conclui.


O coordenador do curso de pós-graduação em marketing e comunicação digital do Iesb, professor Marcelo Minutti destaca que a demanda por títulos e conteúdo digital é crescente entre os brasileiros.  “Em relação ao e-book o consumo só deve aumentar no país, já que o crescimento das vendas de livros em formato digital no exterior cresceu 164% só em 2010”,  disse.


Marcelo ainda chama a atenção para algumas vantagens que os dispositivos digitais oferecem ao consumidor.  “Existem aparelhos que possibilitam ao usuário fazer  marcações e anotações durante a leitura. A conexão com a internet ainda permite que você olhe quais trechos do livro foram mais marcados pelos leitores do mundo todo. Esse tipo de ferramenta pode ajudar muito nos estudos”, exemplifica Marcelo.

Fonte: Jornal da Comunidade

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03

Nov

A importância da leitura para os deficientes visuais


O prazer dos livros e da literatura está ao alcance de crianças, adolescentes e adultos com deficiência visual por meio de livros braille, falados e digitais acessíveis. No Brasil, para atender às necessidades e interesses educacionais e culturais das pessoas com deficiência visual, a Fundação Dorina Nowill para Cegos, uma das pioneiras na criação de obras em braille, produz grande parte dos livros em formatos acessíveis. De janeiro a setembro deste ano foram produzidos mais 600 títulos nos três formatos.

Andréia Queiroz (29), deficiente visual há cinco anos, comenta que antes de aprender o braille e conhecer os livros falados só escuta rádio e televisão. Agora lê bestsellers, clássicos de ficção, biografias, e se sente muito mais capaz de interagir com o filho de 7 anos, com as colegas de trabalho e nas conversas com os amigos. É a leitura promovendo o resgate da cidadania, ajudando a devolver a auto-estima ao promover a inclusão social e desenvolvendo um olhar crítico que possibilita formar cidadãos conscientes.

Dados levantados pela Fundação Dorina revelam que os usuários da Biblioteca Circulante de Livro Falado da instituição leem cerca de nove livros por ano. Segundo a pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, a população brasileira lê aproximadamente 1,3 livros anualmente. Se contabilizado o número de obras indicadas pela escola, a média sobe para 4,7 livros por habitante/ano.

Em contrapartida outra pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo Ministério da Cultura, revelou que apenas 9% das bibliotecas públicas municipais possuem seção com obras em braille. Susi Maluf, gerente de distribuição de produtos da Fundação Dorina aponta que hoje, o mercado editorial brasileiro lança 20 mil títulos novos por ano. Destes, não chega a 2% as obras no formato acessível ao deficiente visual.

Levando-se em conta que a sociedade atual caracteriza-se pela busca da informação, do conhecimento. Os resultados evidenciam a necessidade de ações de educação voltadas para o respeito ao universo cultural destas pessoas, seja pelo tato, pela audição ou mais recentemente pelos recursos que o computador pode oferecer.

Comemoramos o Dia Nacional do Livro em 29 de outubro porque foi nesse dia, em 1810, que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional. O Brasil passou a editar livros a partir de 1808 quando D.João VI fundou a Imprensa Régia e o primeiro livro editado foi “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga.

Sistema Braille: É um sistema de leitura para cegos por meio do tato, criado pelo francês Louis Braille, que perdeu a visão aos 3 anos de idade. Braille apresentou a primeira versão do seu sistema de escrita e leitura com pontos em relevo, para a utilização do deficiente visual, em 1825. Sua escrita é baseada na combinação de 6 pontos, dispostos em duas colunas de 3 pontos, permitindo a formação de 63 caracteres diferentes que representam as letras do alfabeto, números, simbologia aritmética, fonética, musicografia e informática.

Livro Falado: São obras gravadas em áudio, em voz humana ou sintetizada, para a pessoa com deficiência visual. A Fundação Dorina Nowill para Cegos possui dois estúdios onde são gravadas obras literárias, principalmente bestsellers. Também é gravada semanalmente a “Revista Veja”. Atualmente, a instituição mantém a Biblioteca Circulante de Livro Falado, que possui um acervo com mais de 1500 títulos falados, emprestados gratuitamente às pessoas com deficiência visual de todo o Brasil.

Livros digitais no formato Daisy, compatíveis com os protocolos internacionais de acessibilidade. O usuário pode visualizar o conteúdo do texto em vários níveis de ampliação e ouvir a sua gravação em uma voz sintetizada de forma simultânea. A ferramenta possui mecanismos de busca por palavras, notas de rodapé opcional, marcadores de texto, soletração, leitura integral de abreviaturas e de siglas, além de emitir a pronúncia correta de palavras estrangeiras.

Há mais de 64 anos, a Fundação Dorina Nowill para Cegos trabalha para facilitar a inclusão social de pessoas com deficiência visual, por meio de livros acessíveis e atendimento especializado. A produção de livros e revistas acessíveis permite às pessoas cegas e com visão subnormal acesso ao mundo do conhecimento e informação. Com uma das maiores imprensas braille do mundo em capacidade produtiva, a Fundação Dorina Nowill produz livros didáticos, best-sellers em braille, obras literárias em áudio e livros acadêmicos e de referência no formato digital acessível. As obras são distribuídas gratuitamente para pessoas com deficiência visual e para mais de 1.300 escolas, bibliotecas e organizações em todo o Brasil.

Fonte: Fundação Dorina

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01

Nov

O livro, um parceiro essencial!


O livro toma seu lugar de destaque nas prateleiras das livrarias e chama ainda mais atenção das crianças quando vem acompanhado de algum objeto que a mesma pode brincar e interagir. O livro agora é também um brinquedo, além de auxiliar na prática da leitura, torna esses momentos de grande diversão e descoberta.

Para aproximar a criança do mundo da escrita pesquisadores e educadores tem percebido o quanto é fundamental ainda na primeira infância o contato com esse material, ainda bebês, eles apertam em botões que fazem sons dos animais, observam figuras, podem sentir e apalpar os livros de pano e banho, fazendo dessa convivência algo natural, que acompanhará para toda a vida. Quanto mais cedo o contato com o livro melhor. A criança cria uma afinidade, se acostuma a ter o hábito de interagir com aquele material chamado “livro”, sem ser uma obrigação, sem trazer um pesar, mas sim um prazer, um momento lúdico, cheio de brincadeira.

Tudo para a criança é brincar, em tudo ela cria uma brincadeira, e por isso, o livro não pode se distanciar da sua realidade.

A criança encontra hoje nos livros o que ela mais gosta, ouvir histórias e brincar, ele torna-se um parceiro essencial na infância, na rotina diária de todas as crianças.

Fonte: Site Mundo Todo Livro

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31

Oct

Dia Nacional do Livro


Você sabe por que comemoramos o dia Nacional do Livro no dia 29 de outubro? Por que foi nesse dia, em 1810, que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional e esta data escolhida para o DIA NACIONAL DO LIVRO. 
 
O Brasil passou a editar livros a partir de 1808 quando D.João VI fundou a Imprensa Régia e o primeiro livro editado foi “MARÍLIA DE DIRCEU”, de Tomás Antônio Gonzaga. 
 
Comemore também! 

Comemore o dia do livro: lendo; presenteando com livro, ou, escrevendo uma frase. Se gostar do que escreveu, nos envie por e-mail. Vamos divulgar. 

Fonte: Instituto Pró-Livro

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28

Oct

A Importância Dos Livros No Desenvolvimento Humano

Segundo consta no dicionário, ele nada mais é que um conjunto de folhas impressas ou manuscritas reunidas num só volume, obra científica ou literária de certa extensão, divisão de uma obra…Etc. Aos olhos da maioria tudo não passa de arquivos póstumos, retratos de tempos passados, histórias de vida…São diversos os estilos, gêneros e obras já publicadas, cada qual leva consigo suas preferências, gostos, opinião própria.

Os livros ultrapassam fronteiras, eles agem de forma direta na consciência humana, no imaginário das crianças, na esperança dos “desesperados”, ele projeta no âmago um mundo novo, o qual o leitor cria e recria novas formas, finais, a criatividade dispersa quaisquer expectativa humana…Ela vai além da simples leitura, ela impulsiona bons leitores, torna crianças felizes, aprendizado, conceitos pré-estabelecidos, conhecimento humano e em prol de amplos aspectos, temas e situações. A leitura é uma viagem sem fim, que o tempo jamais é capaz de apagar!

Na infância eles agem de forma mágica, porém instrutiva. Na adolescência eles servem como meios de se autodescobrir…De criar. Para os estudantes são ferramentas que projetam teorias antigas x novas, livros didáticos…Simulados…
 
Todas escolas possuem seus livros, porém são “raros” os alunos que tem acesso…Há tempos atrás, o sistema era falho, hoje já nem tanto, é possível encontrar e ter acesso a bons livros, em escolas, faculdades, bibliotecas, a leitura é motivada por milhões e praticada por poucos.

Crescemos o equivalente há 10 anos em menos de 48 horas…Principal meio educacional, eles educam por si só, desenvolvem de forma direta a linha do raciocínio humano, a consciência, o desempenho social, sociocultural, socioeconômico…

Conheço pessoas que foram descobrir esse mundo, depois dos 40 e hoje servem de exemplo pra sociedade em si. Quando se tem vontade em aprender…As limitações não nós impedem de crescer, evoluir…Elas fogem por entre as mão
 O acervo das bibliotecas obtém anualmente novos livros…De diferentes aspectos…A procura por eles tem aumentado, é necessário fazer reservas para ter acesso aos livros novos.Autores consagrados, livros de renome…Inúmeros os tipos, quantidade. Ela é rica em informação, pois além dos livros, possui computadores (Projeto do governo), revistas, jornais, gibis, literatura infantil.

O que a minoria sequer imagina é que muitos exemplares somem…Ai vai uma dica aos que têm esse “fetiche”, tirem xerox, ao menos assim vocês na escala humana,sequer deixarão de compartilhar e desempenhar seu papel como leitores…Cidadãos! Primem pelo bom gosto, sem privar os leitores que estão por vir.

Fonte: Site gostodeler.com.br

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27

Oct

Livros: uma paixão de família


Dizem os especialistas que para alguém se interessar por livros é fundamental que a palavra escrita esteja ao seu alcance desde cedo. Foi o que aconteceu com Mariana Vasconcelos, de 10 anos. Desde que era bebê convive com os livros e hoje se diz uma apaixonada por eles. “Eu amo ler. Leio livros todos os dias”, disse eufórica enquanto passeava entre os estandes da V Bienal Internacional do Livro de Alagoas, no sábado (22).

Segundo ela, tudo começou quando tinha dois anos e pediu para a mãe levá-la à Bienal daquele ano. “Foi a minha primeira Bienal. Desde então nunca deixei de vir”, contou ao mesmo tempo em que escolhia mais livros para a sua coleção. “Gosto de ler aventuras. Agora estou lendo Harry Potter”, falou. O irmão Leonardo, 9 anos, segue os passos da irmã. “Acabei de ler ‘As aventuras do Capitão Cueca’. Também gosto muito de livros”, contou.

O amor dos pequenos pela leitura sempre foi incentivado pelos pais. Para a mãe Karla Vasconcelos o segredo está em, desde cedo, deixar livros pela casa para as crianças manuseá-los, mesmo que ainda não saibam ler. “Eles cresceram brincando com os livros e desde que nasceram nós lemos para eles antes de dormir. Também acredito que a escolha da escola faz a diferença. Sempre procuramos colocá-los em colégios que têm essa preocupação com a leitura. No mês passado mesmo, a turma da Mariana decidiu fazer uma feira de livros usados na escola onde ela estuda. Foi uma decisão da turma e foi um sucesso”, disse Karla.

Fonte: o Jornal Web

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26

Oct

6 passos para seu livro fazer sucesso no mercado

Existem várias dicas e receitas prontas que ensinam você a introduzir seu livro no mercado. Claro que as dicas se aplicam para quem conseguir fazer a publicação da obra.
Seja por meio de uma grande editora a da tendência da auto-publicação. O meio de comercializar você precisa colocar em seu pensamento logo no início. Não adianta mais colocar seu livros nas grandes lojas que vendem livros online, você terá que fazer muita divulgação e auto-promoção para o seus livro.
 Um grande número de escritores dizem que depois que os seus livros são publicados, eles gastam tanto tempo com a comercialização que eles não têm tempo para escrever. É nesse período que ajuda você a começar a construir sua base de leitores no início.

1) Qualidade. Não tem jeito. Essa é principal característica que seu livro deve ter. Não só a respeito do conteúdo, mas até mesmo Capa (Deve ser Muito Bonita) e Sinopse (Deve ser atraente e atrair a curiosidade do Leitor) (a capa e sinopse são os primeiro contatos do leitor com seu livro). Você deve empenhar-se a torná-lo o melhor livro que você pode! Solicite opinião sincera de amigos e desconhecidos a respeito da capa e sinopse do seu livro. (Eu disse opinião sincera o elogio da mãe, filhos e da esposa não vale).
Se você quiser pode pedir a opinião de alto nível de outros escritores, mas pode também tentar leitores que fazem parte de alguma comunidade de livros. Ah, não vá esquecer da cuidar da ortografia.

2) Exposição.  Depois que tudo estiver certo e seu livro já estiver bem estruturado você tem que se preocupar com a exposição da obra. Invista no seu livro! Se você não investir nele, porque algum leitor deverá investir. Existem sites e blogs que fazem isso e tem um repleto número de leitores que estão atrás de novos livros e escritores. Apresente-se como escritor e apresente seu livro. Inclusive editoras estão em busca de novos talentos.

3) Redes Sociais FaceBook, Twitter, Orkut. Comece ontem a construir e a reunir seus leitores.
Não importa se você publicou seu livro a 10 anos atrás. Nunca é tarde para começar. Conecte-se com seus leitores eles tem muito a lhe acrescentar. Se seu livro é sobre vampiros, tente conhecer leitores pelo twitter pelas #hashtag “vampiros. No Facebook e no Orkut, existem milhares de grupos de vampiros ou grupos que amam os livros de vampiros que você pode participar.

4) O seu site pessoal / blog. Ter um blog para um autor é uma excelente maneira de ter uma plataforma para apresentar você e o seu trabalho. Você também pode ter um blog sobre temas relacionados ao seu livro. Quem escreve sobre mistérios paranormais podem dar ao seu leitor através do blog contos, histórias, a sua opinião sobre as notícias ou artigos sobre atividades paranormais. Assim você se apresenta para o mundo.

5) Blogs e o seu Livro. Veja se você consegue encontrar alguns blogs sobre livros para resenhar o seu.  Ofereça ao dono do blog uma cópia gratuita. Talvez até mesmo um cupom desconto por tempo limitado para que ele ofereça aos seus leitores. Assegure que a publicação do seu livro ficará sempre no blog que contratou, ao contrário, desista.

6) Paciência. Até quando você é um comerciante experiente, leva um tempo, mas você precisa começar. Boca a Boca é a melhor ferramenta. Quanto mais seus livros vendem, mais pessoas estarão conversando a respeito e revendendo-o. Não se desespere com a pouca venda de livros, não desista, construa sua marca. Pois enquanto muitos desistem (e muitos desistem) você estará lá. Acredite no seu produto e mantenha-o sempre. Já dizia alguém “O Sucesso fica um pouco mais além de onde pessoas comuns desistem”.

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